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É possível amar os inimigos?

Atualizado: Ago 19

Um dos pontos de convergência entre o budismo e o kardecismo residente na forma como essas doutrinas ensinam a amar. Pois é! Você sabia que tanto para budistas quanto para espíritas deve-se amar os inimigos?


Mas talvez você esteja se perguntando: o que fazer quando me deparar com uma pessoa que faz de tudo para me prejudicar?


Calma. Amar não significa necessariamente confiar, oferecer ternura e amizade. Em outras postagens falaremos mais sobre isso.


Por hora, basta conhecer as visões budista e kardecista a respeito das nossas ações diante dos infindáveis problemas de relacionamento que passamos.


O segredo é ter compaixão

Para ambas as doutrinas, todos somos capazes de amar. Consequentemente, ao atingirmos essa compaixão plena, deixamos de considerar o outro como um inimigo. Ou seja: ainda que me façam mal, eu entendo que aquela pessoa agiu daquela forma por falta de conhecimento.


No livro Jesus e Buda: Irmãos, o monge budista vietnamita, Thich Nhat Hanh, explica que quando odiamos alguém, ficamos zangados porque não entendemos o outro ou seu contexto.


“O hábito de olhar profundamente faz com que cheguemos à seguinte conclusão: se crescêssemos como ele, sob as suas circunstâncias e tendo vivido no seu ambiente, seríamos exatamente iguais a ele”, escreveu.


Importância do perdão


Norberto Vieira, médium de Uberaba, ensinava que o estado de maldade nada mais é do que um estado vibracional inferior que precisa ser respondido por nós com amor.


“Há 3 mil anos, prevalecia na humanidade o estado de maldade. Porque eu era ofendido, me achava no direito de retribuir o mal com outro mal. Aí veio Jesus e nos ensinou a oferecer a outra face, mostrando a necessidade de perdoar”. disse, durante estudo sobre o capítulo 10 da obra O Céu e o Inferno.


Mas atenção: isso não significa reagir a uma violência com passividade. Ao contrário: denunciar um criminoso para impedir que continue infringindo a lei seria também um ato de amor. Outras vezes, a melhor forma de lidar com um suposto inimigo é por meio do afastamento, do distanciamento.


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